quarta-feira, 3 de abril de 2013

A evolução das redes sociais


O avanço da tecnologia e o “boom” da internet em meados dos anos 2000 popularizaram um termo que hoje é conhecido por todos: redes sociais.

Fonte: seidetudo.net

Hoje, quando falamos em rede social, logo pensamos em Facebook, Twitter, Google +, e tantos outros sites que exercem a função de compartilhar informações, interagir entre usuários, divulgar links, imagens, ideias, etc.


No entanto, para chegarmos hoje aos avanços e evoluções tecnológicas oferecidas pelo Facebook, hoje referência quando falamos em redes sociais, um longo caminho foi percorrido. Você já parou para pensar nas redes sócias anteriores ás que temos em voga nos dias de hoje?




Primórdios da rede social

Muitos apontam o nosso popular e-mail como a primeira rede social de que se tem notícia. O primeiro e-mail enviado data de 1971. Se analisarmos bem, os recursos de compartilhar imagens, mensagens de texto, vídeo e afins, também podem ser feitos por meio do e-mail, para várias pessoas ao mesmo tempo, assim como no Facebook.


O sistema BBS, criado no final dos anos 70 também é considerado um dos precursores da rede social. Isto por que com a tecnologia de modem e linhas telefônicas, os idealizadores do projeto produziam anúncios e convites aos amigos.
Evoluindo


Um dos marcos neste processo de evolução da comunicação digital em rede se dá mais precisamente no ano de 1985, com o surgimento de ferramentas que possibilitavam a criação de um perfil pessoal na rede. Esta tecnologia foi oferecida pela empresa America Online (AOL). Nestes perfis, os usuários podiam fazer descrições pessoais, tópicos de discussões (o que hoje conhecemos como fóruns da internet), sobre temáticas variadas.

Mais de uma década depois, em 1997, a AOL inovou com seu sistema de mensagens instantâneas, sendo precursora também dos famosos chatse salas de bate papo.


O futuro já começou


A década de 90 ofereceu significativas amostras do que de fato, era uma rede social. Sites com oThe Globe, o GeoCities, entre outros, começavam a destrinchar o conceito de rede social, elevando-o a parâmetros cada vez maiores. Conectividade se transforma na palavra de ordem neste período.


Entre as redes sociais do período, talvez o site Classmates seja o ícone da época. Sua função é a de encontrar amigos de escola e de velhos tempos.


Do fotolog , Orkut, até o Facebook


O ano 2000 teve como seu representante chave no quesito compartilhar textos, imagens e informações, o fotolog. Na ativa até hoje, talvez com menos glamour, o fotolog consiste em publicar uma foto diária (ou várias para os usuários golden câmera) com comentários e textos do autor da postagem, com a opção de um espaço abaixo para os comentários de outros usuários ou anônimos.


Verdadeiro fenômeno e responsável por catapultar para a mídia, modelos, artistas e bandas. A apresentadora de TV Mari Moon, da MTV, é um dos exemplos cujo sucesso de suas publicações no fotolog a tornaram conhecida nacionalmente.


Na mesma época o Orkut surgiu e dominou o cenário das redes sociais soberano, até a explosão do facebook, que hoje, incontestavelmente, é a bola da vez.


Hoje, além do facebook, Linkedin, Instagram, Myspace (antigo, mas ainda na ativa) e o promissor Diaspora, indicam alguns caminhos com os quais a rede social deve trilhar futuramente.


E pra você, será que algumas destas redes irão substituir o Facebook e torná-lo obsoleto, como ocorreu com o Orkut?

terça-feira, 2 de abril de 2013

Choque de Gestão de Aécio Neves : MG entre os menos burocráticos

O Choque de Gestão de Aécio Neves: ranking do IBGE mostra que MG está entre os quatros estados com menor proporção de “não-concursados"




Senador Aécio Neves
 
 
Dos 27 estados brasileiros, Minas Gerais ficou com o 4º melhor desempenho, atrás apenas do Ceará, São Paulo e Rio Grande do Sul.

O processo de enxugamento de modernização da máquina pública, iniciado por Aécio Neves em 2003 com o Choque de Gestão, coloca Minas Gerais hoje entre os quatro estados brasileiros com a menor proporção de servidores públicos “não concursados”. Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra ainda que o estado está com um desempenho muito superior à média nacional.

O levantamento do IBGE mostra que hoje existem 105.500 servidores dos 27 governos estaduais que estão no cargo sem ter passado por um concurso público. Em alguns estados são os chamados “cargos de confiança”, em outros, os servidores “por recrutamento amplo” ou “comissionados”.

Pela lógica, quanto menos servidores “não concursados”, melhor é a burocracia dos governos. E neste ponto, Minas Gerais se destaca. Mesmo sendo um estado com uma área geográfica gigantesca e com regiões tão distintas econômica e socialmente, tem uma das menores proporções de servidores “não concursados” por habitante. Segundo o IBGE, eram 4.453 em 2011 para uma população estimada em 19.728.000 habitantes. O que representa 0,00022/pessoa. Muito inferior à média nacional (0,00054/pessoa).

Dos 27 estados brasileiros, Minas Gerais ficou com o 4º melhor desempenho, atrás apenas do Ceará, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Este é um reflexo dos esforços feito a partir de 2003, quando Aécio Neves assume o Governo de Minas com a meta de “gastar menos com a máquina e mais com as pessoas”. Entre suas primeiras medidas, logo que iniciou os trabalhos no Palácio da Liberdade, cortou 1.326 cargos comissionados, 20% do total existente. Gerando uma economia de R$ 19,8 milhões aos cofres públicos, cerca de 12% do custo anual da administração direta do Estado.

Outra medida importante e que não é levada em conta na pesquisa do IBGE é a exigência que o Governo de Minas passou a fazer para o preenchimento dos cargos comissionados: o servidor deve comprovar capacidade técnica e nível de qualificação compatíveis com o cargo que passarão a ocupar. Avanços, refletidos em números, vindos do modelo inovador de administração pública chamado Choque de Gestão e implantado por Aécio Neves.
 
Pesquisa IBGE:
Proporção de servidores “não concursados” X habitantes

População estimada para 2011
Nº de servidores
“não concursados”
Proporção
servidores
“não concursados”/habitante
Brasil
192.376.496
105.500
0,00054
Região Norte
16.094.959
 
 
Rondônia
1.576.423
3527
0,00223
Acre
746.375
1571
0,00210
Amazonas
3.538.359
3953
0,00111
Roraima
460.157
4400
0,00956
Pará
7.688.531
2964
0,00038
Amapá
684.301
1752
0,00256
Tocantins
1.400.813
1383
0,00098
Região Nordeste
53.500.965
 
 
Maranhão
6.645.665
3913
0,00058
Piauí
3.140.213
2005
0,00063
Ceará
8.530.058
750
0,00008
Rio Grande do Norte
3.198.572
1220
0,00038
Paraíba
3.791.200
5434
0,00143
Pernambuco
8.864.803
3390
0,00038
Alagoas
3.143.338
2533
0,00080
Sergipe
2.089.783
2851
0,00136
Bahia
14.097.333
9240
0,00065
Região Sudeste
80.974.794
 
 
Minas Gerais
19.728.252
4453
0,00022
Espírito Santo
3.547.013
3248
0,00091
Rio de Janeiro
16.112.637
8781
0,00054
São Paulo
41.586.892
7747
0,00018
Região Sul
27.561.827
 
 
Paraná
10.512.151
3966
0,00037
Santa Catarina
6.316.906
1596
0,00025
Rio Grande do Sul
10.732.770
2356
0,00021
Região Centro-Oeste
14.243.951
 
 
Mato Grosso do Sul
2.477.504
1906
0,00076
Mato Grosso
3.075.862
3474
0,00112
Goiás
6.080.588
10175
0,00167
Distrito Federal
2.609.997
6961
0,00266

Fonte: IBGE

Produção industrial brasileira cai 2,5% em fevereiro, diz IBGE


Resultado praticamente elimina alta de 2,6% registrada em janeiro.
Maior influência negativa partiu do setor de veículos, que caiu 9,1%.


Fonte: G1




A produção da indústria brasileira recuou 2,5% em fevereiro deste ano com relação ao mês anterior, segundo dados divulgados nesta terça-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado praticamente elimina o crescimento de 2,6% (segundo dados revisados) registrado em janeiro. Essa é a maior queda desde dezembro de 2008, quando o índice havia apontado baixa de 12,2%.
Em relação ao mesmo período de 2012, o índice mostrou queda de 3,2%. No ano, a atividade fabril tem alta de 1,1% e, em 12 meses, queda de 1,9%.
Na análise por setores, 15 dos 27 mostraram queda na produção, com destaque para a influência negativa vinda do setor de veículos automotores, que caiu 9,1%, eliminando o aumento de 6,2% no mês anterior.
Também registraram quedas as produções das indústrias farmacêutica (-10,8%), de refino de petróleo e produção de álcool (-5,8%), de bebidas (-5,2%), de alimentos (-1,3%), de mobiliário (-9,9%), de celulose, papel e produtos de papel (-2,0%) e de indústrias extrativas (-1,9%).
Na contramão, entre as altas, estão equipamentos de transportes (9,6%), máquinas e equipamentos (1,7%) e fumo (36,2%), "que recuperou parte da perda de 53,7% registrada em janeiro", e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (4,6%).

Entre as categorias de uso, bens de consumo duráveis caíram 6,8%, a maior queda desde setembro de 2011 (queda de 8,2%) segmentos de bens de consumo semi e não duráveis tiveram baixa de 2,1% e bens intermediários, de 1,3%. O setor de bens de capital foi o único que apresentou alta, de 1,6%.
Comparação com um ano antes
Na comparação anual, a produção caiu em mais setores: foram 18 dos 27 pesquisados. Segundo o IBGE, o resultado pode ter sido influenciado pelo fato de fevereiro ter tido um dia útil a menos que em 2012.
As principais influências negativas partiram de indústrias farmacêutica (-14,6%), extrativas (-9,9%), de edição, impressão e reprodução de gravações (-13,0%) e de metalurgia básica (-8,9%). Na sequência, estão alimentos (-3,7%), outros produtos químicos (-3,6%), máquinas para escritório e equipamentos de informática (-16,0%), produtos têxteis (-11,1%), celulose, papel e produtos de papel (-4,9%) e equipamentos de instrumentação médico-hospitalar, ópticos e outros (-13,9%).

Entre as atividades que mostraram aumento da produção, estão veículos automotores (6,4%), outros equipamentos de transportes (9,6%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (7,8%).
Bens de consumo semi e não duráveis caíram 5,8%, bens intermediários, 4,4%, e bens de consumo duráveis, 2,2%.
No índice acumulado nese ano, foi registrado crescimento em 11 dos 27 ramos investigados. O ramo de veículos automotores, que avançou 21,6%, exerceu a maior influência positiva.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Realidade - Artigo escrito pelo senador Aécio Neves para a Folha de S.Paulo

O PT anunciou a realização de seminários para "construir uma narrativa própria" sobre os seus dez anos à frente do governo federal. É uma excelente oportunidade para um acerto de contas com a verdade.

Fonte: Queremos Aécio Neves Presidente


Aécio Neves: líder da oposição

Estou entre aqueles que acreditam que a política deve ser exercida com generosidade, reconhecendo, inclusive, as conquistas dos "adversaries". É uma pena que o pragmatismo muitas vezes acabe por prevalecer e a história passe a ser contada com os recursos da mistificação, quando não da fraude factual.

Ao longo de sua trajetória, os petistas buscaram se apropriar da bandeira da ética. Com o advento do mensalão, que explicitou o enorme abismo existente entre o discurso e a prática do PT, sob a regência do marketing, voltam agora a reivindicar o monopólio sobre as ações no campo social, até como tentativa de esmaecer suas graves e irremediáveis contradições.
É nesse contexto que devem ser compreendidos os excessos representados pela milionária campanha publicitária, para informar ao país que a miséria acabou, e pela declaração da presidente Dilma de que o PT não herdou nada, iniciativas que geraram constrangimentos até entre membros do governo e do partido.

Há, no entanto, cada vez menos espaço para esse tipo de manipulação. É o que mostra, por exemplo, estudo de grande reputação internacional feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Trata-se do relatório 2013 sobre a evolução do IDH.

Na página 74, ele informa: "Quando começou a transformação do Brasil num Estado orientado para o desenvolvimento (cerca de 1994), já o governo havia implementado reformas macroeconômicas para controlar a hiperinflação através do Plano Real". Sobre educação, na página 82, é ressaltada a importância da criação do Fundeb, em 1996.

O começo do Bolsa Família aparece de maneira inequívoca na página 87: "O Brasilreduziu a desigualdade introduzindo um programa para a redução da pobreza. O seu programa de transferência condicionada de rendimentos, Bolsa Escola, lançado em 2001, (...) em 2003 foi alargado ao programa Bolsa Família por via da fusão de vários outros programas num único sistema".

O relatório nos permite concluir que foram grandes virtudes dos governos petistas a manutenção e a expansão de iniciativas legadas pelo PSDB.

Os programas sociais brasileiros precisam continuar. Mas, em respeito aos beneficiados, precisam avançar para além da gestão diária da pobreza. Isso significa agregar à importante dimensão da proteção social a da verdadeira emancipação dos cidadãos atendidos.

Brasil tem ainda um longo e duro caminho a percorrer. Falsear a realidade com slogans e frases de efeito não o tornará mais fácil.